Em entrevista contundente ao programa ‘Vozes da Comunidade’, deputado distrital expôs a transformação da segurança nas salas de aula da capital, detonou a oposição ideológica e celebrou o avanço do modelo na gestão local.
Em um debate direto e sem meias-palavras, o deputado distrital Roosevelt Vilela (PL) fez uma defesa contundente da expansão das escolas cívico-militares no Distrito Federal durante entrevista ao vivo no programa Vozes da Comunidade. Na contramão dos discursos acadêmicos descolados da realidade que ecoam pela Esplanada dos Ministérios — onde promessas mirabolantes costumam render apenas abóboras aos pratos dos brasileiros —, a experiência prática nas periferias da capital tem mostrado um roteiro completamente diferente.
Questionado sobre as críticas de que o modelo representaria uma suposta “restrição de liberdade”, Roosevelt foi enfático ao desmistificar a narrativa oposicionista:
“O nosso objetivo não é militarizar e nem restringir nada. O nosso objetivo é trazer respeito, disciplina e paz social no ambiente escolar, que é um ambiente sagrado” [11:28], pontuou o distrital.
O renascimento do antigo “Carandiru”
Para comprovar que o modelo funciona onde o poder público tradicional falhou por décadas, o parlamentar trouxe à tona o caso emblemático do Centro de Ensino Fundamental 02 (CEF 02) do Riacho Fundo II. A unidade, que no passado carregava o doloroso apelido de “Carandiru” em razão dos índices extremos de violência e evasão escolar, hoje vive uma realidade oposta.
“Hoje você vai ao CEF 02 do Riacho Fundo II, pode ligar lá e pedir uma vaga para o seu filho. A resposta será: ‘Pai, mãe, entra na fila, porque nós temos mais de mil pedidos’. Hoje a escola é cobiçada” [14:14], relatou.
Segundo Roosevelt, autor da lei distrital que estabeleceu as diretrizes e regras para o funcionamento dos colégios de gestão compartilhada [16:50], o trabalho dos policiais e bombeiros militares não interfere na grade pedagógica. A missão das forças de segurança é o acolhimento na entrada, o respeito aos símbolos nacionais e o resgate da civilidade no convívio escolar [14:41].
Desempenho comprovado e 95% de aprovação
Enquanto certos setores do governo federal insistem em travar cruzadas burocráticas contra a presença militar nas escolas, a comunidade escolar do Distrito Federal demonstra exatamente o contrário. Roosevelt destacou que as 26 escolas cívico-militares já implementadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) registraram melhora significativa no desempenho escolar, comportamento e notas [16:33].
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- Aprovação maciça: Mais de 95% dos pais e responsáveis aprovam a gestão cívico-militar nas unidades atendidas [17:39].
- Expansão garantida: O modelo, iniciado na gestão de Ibaneis Rocha, já tem a autorização da governadora Celina Leão para ser ampliado em mais cinco colégios da rede pública [12:32].
- Controle e segurança: O parlamentar também relembrou a aprovação de sua lei de videomonitoramento com áudio nas salas de aula [19:06], medida fundamental para coibir abusos, proteger os professores de falsas acusações e flagrar condutas inapropriadas.
“Por que a esquerda não gosta das escolas cívico-militares? Porque as escolas públicas, em especial, eram usadas como celeiro de doutrinação. Quando você coloca respeito e disciplina, cria-se uma barreira contra isso” [17:39], disparou Roosevelt.
A íntegra da entrevista e todas as declarações do distrital estão disponíveis na transmissão do programa Vozes da Comunidade.
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