O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) concluiu neste sábado, 12 de setembro, a análise dos registros para o Governo do Distrito Federal com três candidaturas indeferidas entre as 11 apresentadas: José Roberto Arruda (PSD), Elisson Ferreira (Agir) e Rico Pinheiro (PRTB). As decisões ainda podem ser contestadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e os candidatos anunciaram que vão recorrer.
No caso de Elisson Ferreira, o problema atingiu a regularidade dos atos partidários do Agir. A Justiça Eleitoral apontou inconsistências na documentação referente à convenção da legenda, incluindo divergências relacionadas à condução da reunião e à participação dos convencionais. Com o indeferimento do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), o registro da chapa também acabou atingido.
Rico Pinheiro enfrenta situação semelhante, mas por motivos diferentes. O PRTB apresentou o DRAP em 18 de agosto, três dias depois do encerramento do prazo legal, e a Justiça Eleitoral também identificou divergência na composição da chapa: Cristiane Barros havia sido indicada inicialmente para a suplência ao Senado e apareceu posteriormente registrada como candidata a vice-governadora. O recurso apresentado pela legenda no TRE-DF foi rejeitado por unanimidade.
O quadro deixa oito candidaturas ao Palácio do Buriti com registros deferidos e três sob disputa judicial. Arruda já recorreu ao TSE contra o indeferimento determinado pelo TRE-DF, enquanto Elisson e Rico Pinheiro também anunciaram recursos. Até decisão definitiva das instâncias superiores, a batalha eleitoral continuará acompanhada de perto por uma segunda disputa — desta vez, nos tribunais.




