Os entregadores de aplicativos que atuam no Distrito Federal cruzaram os braços nesta terça-feira em adesão ao movimento conhecido como “Breque Nacional dos Apps”.
A principal reivindicação da categoria, que engloba motociclistas profissionais e ciclistas, é a criação de uma tabela de preços justa para os fretes.
Os trabalhadores exigem a estipulação de uma taxa mínima de R$ 10 por corrida, acrescida de R$ 2,50 para cada quilômetro rodado, buscando uma valorização financeira que acompanhe os custos de operação nas ruas.
Durante a manhã, um grande grupo de manifestantes se concentrou na Esplanada dos Ministérios, próximo ao Ministério da Saúde, para dar visibilidade às demandas estruturais do setor.
Além do reajuste nas tarifas de entrega, o sindicato que representa a categoria no DF (Sindmoto-DF) reforçou que os trabalhadores cobram a instalação de pontos de apoio físicos, garantias de seguro trabalhista e maior transparência nos algoritmos e regras das plataformas digitais.
A paralisação nacional pressiona diretamente as empresas de tecnologia por mudanças imediatas no modelo de negócios, impactando a rotina de logística e serviços pela cidade.
Apesar da convocação oficial para a interrupção total das atividades e do forte engajamento na área central da capital, uma parcela dos motociclistas optou por continuar prestando serviços normalmente ao longo do dia, mantendo parte do fluxo de entregas ativo na região.




