Dados oficiais do IBGE apontam que onze unidades da federação terminaram o segundo trimestre de 2026 com o desemprego abaixo da média nacional de 5,4%, evidenciando um forte aquecimento econômico.
Regiões impulsionadas por atividades industriais sólidas e alta empregabilidade lideram o cenário do país, refletindo uma movimentação direta no mercado de trabalho que favorece a abertura de novas oportunidades operacionais e de logística.
Santa Catarina conquistou o melhor resultado do Brasil com desocupação de apenas 2,1%, sendo acompanhada de perto pelo Mato Grosso e pelo Espírito Santo, que também registraram taxas inferiores a 3%.
Quedas expressivas no número de desempregados foram confirmadas em treze localidades diferentes, enquanto polos essenciais como o Distrito Federal e o Rio de Janeiro ainda amargam índices que superam a atual média nacional.
Brasileiros que procuravam recolocação há mais de dois anos finalmente começam a encontrar caminhos no mercado, fazendo essa longa fila cair para o menor patamar de toda a série histórica iniciada em 2012.
Estatísticas revelam, contudo, que a desigualdade ainda dita as regras nas esteiras de contratação, mantendo mulheres e a população negra com taxas de desocupação consideravelmente mais altas do que a média dos homens brancos.
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