O Comando Central dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (17) o início de uma nova série de ataques contra o Irã, pelo sétimo período noturno consecutivo. A ofensiva começou às 15h no horário da costa leste americana — 16h em Brasília — e foi determinada pelo presidente Donald Trump, comandante-chefe das Forças Armadas dos EUA.
Segundo o CENTCOM, a operação busca continuar reduzindo as capacidades militares iranianas. O comunicado inicial não revelou os alvos, o armamento empregado nem uma avaliação dos danos, mas confirma que Washington abandonou qualquer estratégia de ação pontual e passou a manter pressão militar diária sobre Teerã.
A escalada ocorre após ataques americanos atingirem sistemas de defesa, radares costeiros, estruturas de lançamento de mísseis e drones, além de posições relacionadas à vigilância marítima. O Irã respondeu com mísseis e aeronaves não tripuladas contra instalações americanas e países aliados no Golfo, ampliando o risco de uma guerra regional sem prazo para terminar.
A nova ofensiva confirma o cenário antecipado pelo DFMobilidade quando Trump cercou o Irã com dois porta-aviões e mais de 20 navios de guerra e, posteriormente, respondeu ao bloqueio de Ormuz com ataques em larga escala. A diplomacia ainda aparece nos discursos; no campo de batalha, porém, quem está dando as cartas são os bombardeiros.
Quer que eu monitore os próximos ataques e as possíveis retaliações iranianas?




