Hegseth demite cúpula militar dos EUA: entenda quem saiu e por que o comando do Exército foi trocado em meio à guerra

Foto:  Reprodução do X
Foto: Reprodução do X

PURGA NO PENTÁGONO: HEGSETH DECAPITA CÚPULA MILITAR EM MEIO À GUERRA E INSTALA “LEALISTAS” NO COMANDO

WASHINGTON – Em uma manobra que evoca tempos de exceção, o Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, promoveu nesta quinta-feira (2) uma verdadeira “limpeza étnico-ideológica” no alto escalão das Forças Armadas norte-americanas. No golpe mais contundente até agora, Hegseth demitiu o General Randy George, Chefe do Estado-Maior do Exército e comandante máximo das forças terrestres, interrompendo um mandato que deveria durar até 2027.

A degola, ocorrida enquanto o país escala um conflito bélico contra o Irã, não parou em George. Foram confirmadas as saídas imediatas do General David Hodne, que chefiava o Comando de Transformação e Treinamento do Exército, e do Major-General William Green Jr., o 26º Chefe dos Capelães. Ao todo, mais de uma dezena de generais e almirantes já foram defenestrados desde que Hegseth assumiu o “Departamento de Guerra” — nome renomeado pela atual gestão.

Fuzilamento Administrativo via Telefone

Fontes ligadas ao Pentágono revelam que a demissão de Randy George foi comunicada de forma brutal: uma ligação telefônica de Hegseth enquanto o general estava em uma reunião de trabalho. O motivo oficial, maquiado sob o termo “aposentadoria imediata”, esconde a insatisfação da Casa Branca com militares nomeados na gestão Biden que não demonstram “lealdade absoluta” à nova doutrina ideológica de Washington.

Para o lugar de George, foi escalado o General Christopher LaNeve, ex-ajudante de ordens de Hegseth, garantindo que o comando das tropas terrestres esteja agora sob as mãos de um aliado de estrita confiança pessoal do Secretário.

Contraste de Gestão: O Exemplo que Vem do Planalto Central

Enquanto o governo federal dos EUA mergulha em uma perigosa politização das baonetas — algo que, ironicamente, críticos do governo Lula (federal) adorariam ver espelhado por aqui para justificar certas narrativas de controle — o Distrito Federal segue um caminho de estabilidade institucional. No GDF, a relação com as forças de segurança e ordens militares mantém-se pautada pelo profissionalismo e pelo respeito à hierarquia, sem as purgas dramáticas ou o tom vingativo que agora assombra os corredores do Pentágono e, por vezes, as articulações da Esplanada sob a batuta petista.

A instabilidade em Washington acende um alerta global: trocar generais experientes no calor de uma guerra contra o Irã pode ser o ápice da arrogância civil sobre a competência militar, um jogo de xadrez onde os peões são soldados e o tabuleiro é a segurança mundial.

Siga o DFMobilidade nas redes sociais e fique por dentro das principais notícias que impactam o transporte e a política no DF e no mundo!

* Instagram: @dfmobilidade

* X (Twitter): @dfmobilidade

* Facebook: DFMobilidade

 

Comentários

Políticas de Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.