Em meio à escalada da guerra no , o passou a cobrar taxas de trânsito de determinados navios comerciais que atravessam o estratégico , considerado o principal corredor de transporte de energia do mundo. A medida reforça o peso de Teerã sobre uma das rotas mais sensíveis do comércio internacional.
De acordo com informações obtidas por fontes do mercado e divulgadas pela , os valores cobrados podem chegar a até US$ 2 milhões por viagem. A cobrança estaria sendo feita de forma pontual, o que, na prática, cria um tipo de pedágio informal na região.
Relatos indicam que algumas embarcações já teriam realizado os pagamentos exigidos. No entanto, ainda não há clareza sobre os critérios adotados pelas autoridades iranianas, tampouco sobre a moeda utilizada nas transações, o que aumenta a insegurança entre operadores logísticos e companhias de navegação.
A decisão ocorre no momento em que o conflito regional entra em sua quarta semana, ampliando o alerta internacional sobre possíveis impactos no abastecimento global de النفطo e gás. Países dependentes da rota monitoram a situação com atenção redobrada, diante do risco de interrupções ou encarecimento no transporte de energia.
Especialistas avaliam que a medida pode provocar efeitos em cadeia nos preços internacionais, especialmente se houver ampliação das restrições ou reações de outras potências envolvidas na crise. O Estreito de Ormuz concentra uma parcela significativa do fluxo mundial de petróleo, o que torna qualquer instabilidade na área um fator de pressão direta sobre a economia global.
Enquanto isso, o cenário permanece indefinido, com o mercado internacional operando sob forte volatilidade e governos buscando alternativas para garantir o fluxo contínuo de energia em meio à crescente tensão geopolítica.




