O presidente afirmou em evento político que a etapa da campanha conhecida como “Lulinha paz e amor” ficou para trás e que, a partir de agora, a disputa eleitoral será travada com mais intensidade, em um quadro que ele mesmo qualificou como “guerra para ganhar as eleições”.
Em discurso, o presidente afirmou que as próximas semanas e meses exigirão esforço e mobilização política por parte de sua base de apoio, em meio ao processo eleitoral que avança no calendário brasileiro. Segundo Lula, é essencial manter a unidade das forças políticas que compõem sua candidatura e responder aos desafios colocados pelos adversários.
O presidente não detalhou, na ocasião, medidas específicas de campanha, mas reforçou a ideia de que a disputa deve ser encarada com seriedade e firmeza, em um contexto de polarização política já presente no país.
A expressão “Lulinha paz e amor” vinha sendo usada por aliados e interlocutores para transmitir um tom mais conciliador e positivo da campanha nos momentos iniciais. A mudança de tom apontada por Lula indica, segundo analistas políticos, uma estratégia de enfrentamento mais direto das críticas e acusações de adversários.
Ainda durante o discurso, Lula afirmou que continuará defendendo suas propostas e rebatendo posições contrárias, sem, no entanto, citar nomes específicos de concorrentes ou partidos.
A declaração ocorre em um momento em que o cenário político nacional se intensifica, com alta exposição das campanhas e debates sobre temas centrais da agenda pública, como economia, educação e segurança. O presidente destacou que a campanha deve envolver diálogo com a população, articulação partidária e mobilização territorial.
Até o momento, não houve pronunciamento oficial de partidos aliados ou da coordenação da campanha em resposta à nova postura assumida pelo presidente.




