Força-tarefa investiga depredações de ônibus no DF

Foto: Divulgação PCDF
Foto: Divulgação PCDF

O governo do Distrito Federal (DF) montou uma força-tarefa para identificar os responsáveis pelos ataques a ônibus ocorridos em diversas regiões da capital federal, em resposta à onda de depreciações e apedrejamentos que atingiu veículos de transporte coletivo na última quinta-feira, 15 de janeiro de 2026.

A iniciativa reúne órgãos de segurança pública — incluindo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) — com o objetivo de coletar provas, analisar imagens de câmeras de segurança e ouvir testemunhas, além de monitorar as áreas onde ocorreram os ataques.

Entre os incidentes que motivaram a criação da força-tarefa estão apedejamentos de ônibus da Urbi Mobilidades registrados no Recanto das Emas, Samambaia, Ceilândia e Taguatinga. Em nota, a Secretaria de Segurança classificou os atos como crimes contra o patrimônio e risco à integridade de passageiros e trabalhadores do transporte público.

As autoridades afirmaram que o trabalho investigativo buscará identificar, localizar e responsabilizar criminalmente as pessoas envolvidas nesses atos de vandalismo, que colocaram em risco a operação do serviço essencial e ameaçaram a segurança dos usuários.

A força-tarefa também deverá contar com apoio de setores de inteligência e análise de dados, além de cruzamentos de imagens de sistemas públicos e privados, com foco em constituir elementos que levem à prisão dos suspeitos, conforme previsto na legislação penal.

Entidades representativas do transporte coletivo e usuários têm reforçado a necessidade de resposta rápida das autoridades, diante do impacto que os ataques causaram no fluxo de ônibus, nos horários de pico e na rotina de milhares de passageiros que dependem do serviço no DF.

A SSP-DF informou que as investigações estão em andamento e que novos detalhes poderão ser divulgados à medida que os trabalhos avancem, inclusive com possíveis prisões e medidas cautelares contra os responsáveis.

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