O levantamento, que compreende o intervalo entre os dias 30 de dezembro de 2025 e 4 de janeiro de 2026, contabilizou um total de 1.152 sinistros, resultando em 1.315 feridos, números que refletem a intensidade do tráfego e a imprudência em diversos trechos da malha viária nacional, visto que as ações de fiscalização abordaram mais de 100 mil pessoas e verificaram cerca de 74 mil veículos.
A fiscalização foi rigorosa no combate à mistura de álcool e direção, um dos principais fatores de risco nas estradas, assim foram realizados 61.426 testes de alcoolemia em todo o país, o que resultou em 789 autuações por embriaguez, englobando tanto os casos de constatação da substância quanto as recusas em realizar o teste.Diante da gravidade de algumas situações, 41 condutores acabaram detidos por apresentarem índices de álcool no organismo considerados crime pela legislação de trânsito, demonstrando que muitos motoristas ainda insistem em assumir o volante após o consumo de bebidas alcoólicas.
Além da embriaguez, a pressa e o desrespeito aos limites da via continuam sendo grandes vilões da segurança, visto que os radares capturaram 23.079 veículos trafegando acima da velocidade permitida, sendo que os estados de Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul lideraram o ranking de flagrantes dessa natureza.
As equipes policiais também registraram milhares de outras condutas perigosas que potencializam o risco de tragédias, pois foram notificadas 3.438 ultrapassagens em locais proibidos e 3.470 flagrantes de condutores ou passageiros sem o cinto de segurança e crianças fora das cadeirinhas adequadas, somando-se ainda a 341 multas pelo uso de celular ao volante.
Embora a operação tenha sido oficialmente encerrada, a corporação alerta que os dados estatísticos ainda podem sofrer atualizações conforme as ocorrências sejam totalmente consolidadas nos sistemas, mas o panorama atual já serve como um alerta contundente sobre a necessidade de mudança comportamental dos motoristas para a redução da letalidade nas rodovias brasileiras.




