O balanço anual revelou uma distância significativa entre as duas competidoras, demonstrando que a Tesla entregou 1,64 milhão de veículos em 2025, uma queda de 9% em comparação ao ano anterior. Já a BYD assumiu o topo do ranking com a venda de 2,26 milhões de unidades. Diante desta situação, no quarto trimestre, a empresa de Musk entregou 418.227 carros, número inferior às 440 mil unidades projetadas por analistas de mercado.
Além do acirramento da concorrência e de uma percepção negativa por parte de alguns consumidores, um fator político foi decisivo para o desempenho fraco da Tesla nos Estados Unidos.
O resultado foi diretamente impactado pelo fim do crédito tributário de US$ 7.500, benefício encerrado pelo governo Trump no final de setembro de 2025, encarecendo os modelos para o comprador final.
Apesar da perda da liderança em volume de vendas, as ações da Tesla operavam estáveis (US$ 450,27) e acumularam alta de 11% em 2025. Agora, o otimismo dos investidores se sustenta em duas novas frentes estratégicas:
- Foco em IA e Robótica: A promessa de que a empresa liderará o setor de inteligência artificial e a adoção de robôs humanoides.
- Novos Preços: O lançamento, em outubro, de versões mais baratas do Model Y e do Model 3 para tentar reaquecer a demanda.




